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Energia Solar no Brasil

Publicado em 31/05/2017 às 11h41

 

IPTU Verde: Sistemas Fotovoltaicos Também Já Participam do Benefício

IPTU Verde: Sistemas Fotovoltaicos Também Já Participam do Benefício
 
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A adoção de práticas e soluções sustentáveis pela população é um assunto cada vez mais em pauta para governos de todos os países, visto a urgente necessidade de preservação ambiental. No Brasil, várias cidades seguem esse caminho e oferecem o chamado IPTU Verde.

A tecnologia solar fotovoltaica, que vem ganhando maior espaço nas casas e empresas dos consumidores brasileiros, também já faz parte da lista de soluções que são incentivadas por esse benefício em algumas cidades do país, o que acaba sendo um ganho duplo para o consumidor que já está economizando na conta de energia.

O que é IPTU Verde?

O IPTU Verde é o desconto percentual dado ao consumidor sobre o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), na medida em que esse adota e faz uso de medidas e soluções sustentáveis em sua propriedade, visando a preservação, proteção ou recuperação do meio ambiente.

O desconto é gradativo e acumulativo, sendo que para cada medida é concedido um determinado porcentual de desconto e, quanto mais dessas soluções são utilizadas pelo consumidor, mais desconto ele pode obter sobre o imposto.

Para cada medida é dado um valor de desconto percentual, com base na relevância da ação para a cidade e sua carência (arborização, controle da poluição, geração de energia, entre outros) e no investimento feito pelo contribuinte em cada uma dessas medidas.

Dessa forma, consumidores de alguns municípios podem obter até 100% de abono sobre o imposto. Entre as soluções e práticas incentivadas pelas cidades na concessão do IPTU Verde, estão:

  • – Sistema de Captação e utilização da água da chuva;
  • – Sistema de reuso de água;
  • – Sistema de aquecimento hidráulico / elétrico solar;
  • –  Sistema Solar Fotovoltaico;
  • – Sistema de aproveitamento energético solar;
  • – Construções com material sustentável;
  • – Separação e encaminhamento de resíduos sólidos inorgânicos para reciclagem;
  • – Plantios de mudas (espécies arbóreas nativas);
  • – Disposição de áreas verdes de acordo com a extensão total do imóvel;
  • – Sistema para manutenção de áreas permeáveis;
  • – Permitir recarga do lençol freático;
  • – Construção de calçadas ecológicas;
  • – Arborização no calçamento;
  • – Instalação de telhado verde;
  • – Sistema de utilização de energia eólica.
  • – Material sustentável para obras de construção
  • – Lâmpadas de LED

Por se tratar de um benefício concedido sobre um imposto municipal, a lei que lhe aplica e suas especificações ficam sob decisão das prefeituras de cada um deles.

Por esse motivo, para saber exatamente quais soluções são incentivadas na sua cidade e o percentual de desconto concedido para cada uma delas, o ideal é verificar junto a Secretaria de Meio Ambiente do seu município.

 Cidades que adotam o IPTU Verde

Atualmente, existe uma carência por um banco de dados que centralize as cidades participantes do IPTU Verde e as respectivas especificações de suas leis, portanto, cabe aos consumidores verificar junto ao órgão de seu município para incidência ou não do desconto.

Quanto ao processo de solicitação do benefício, este também fica especificado junto a lei do município, porém, de forma geral, o consumidor interessado deve dar entrada com o pedido junto ao órgão responsável, o qual irá analisar a solicitação e dar ou não o aval para incidência do IPTU Verde.

Abaixo, listamos alguns dos principais municípios que concedem o IPTU Verde aos seus moradores, em ordem decrescente do total porcentual de desconto disponibilizado:

  • Tietê -SP, concede até 100% de desconto através da Lei nº 3087/2009 – Autoriza o Poder Executivo a instituir o projeto de preservação ambiental no município de Tietê “ IPTU Verde ”, conceder redução do IPTU na forma que especifica e dá outras providências.
  • Campos do Jordão – SP, concede até 90% de desconto através da Lei nº 3157/2008 – Dispõe sobre desconto no IPTU referente a imóveis com área verde preservada.
  • Colatina – ES, concede até 50% de desconto através da Lei 4537/1999 – Fica denominado “Manto Verde” o presente projeto de lei que visa autorizar descontar 50% (cinquenta por cento) no IPTU dos proprietários de terrenos urbanos com declividade igual ou superior a 40% (quarenta por cento) que promoverem reflorestamento.
  • Araraquara – SP, concede até 40% de desconto através da Lei nº 7152/2009 – Concede isenção de imposto predial e territorial urbano para propriedades que conservarem área arborizada – IPTU Verde.
  • Goiânia – GO, concede até 27% de desconto através da Lei Complementar nº 235/2012 – Institui o Programa IPTU Verde no município de Goiânia.
  • Americana – SP, concede até 20% de desconto através da Lei nº 4448/2007 – Autoriza o Poder Executivo a conceder redução do IPTU a imóveis dotados de áreas verdes descobertas com solo permeável, na forma que especifica, e dá outras providências.
  • Seropédica – RJ, concede até 15% de desconto através da Lei nº 526/2014 – Dispõe sobre a criação do programa de incentivos ambientais intitulado “IPTU Verde”.
  • Camboriú – SC, concede até 12% de desconto através da Lei nº 2544/2013 – Institui o programa de incentivo e desconto, denominado “IPTU Verde” no âmbito do município de Camboriú e dá outras providências.
  • Barretos – SP, concede até 10% de desconto através da Lei Complementar nº 122/2009– Dispõe sobre o desconto de 10% (dez por cento) no imposto predial e territorial urbano – IPTU, ao contribuinte que fizer adesão ao programa “Município Verde”.
  • Ipatinga – MG, concede até 8% de desconto através da Lei nº 2646/2009 – Cria o programa IPTU Verde e autoriza a concessão de desconto no imposto predial e territorial urbano – IPTU como incentivo ao uso de tecnologias ambientais sustentáveis.

IPTU Verde e os Sistemas de Energia Solar Fotovoltaicos

A instalação de painéis solares para a geração da própria energia elétrica é uma prática adota por um número cada vez maior de consumidores brasileiros, que buscam nessa tecnologia uma forma de escapar das altas tarifas cobradas pelas distribuidoras.

Os módulos fotovoltaicos instalados nos telhados das casas captam a luz do sol e a convertem em energia elétrica através do processo chamado efeito fotovoltaico, energia essa que é convertida de corrente contínua para corrente alternada pelo inversor e então usada para alimentar todos os equipamentos elétricos do estabelecimento.

Dessa forma, o consumidor com um sistema instalado em sua casa tem toda a sua energia gerada de forma totalmente limpa, promovendo assim a sustentabilidade ao meio ambiente.

Essa é a razão pela qual a implantação de sistemas fotovoltaicos também começa a fazer parte da lista de soluções contempladas pelas leis de implantação do IPTU Verde em alguns municípios. Dentre as cidades listadas acima, por exemplo, Seropédica no Rio de Janeiro concede 4% de desconto para quem faz uso da solar.

Por ser uma tecnologia que ganhou destaque no país apenas recentemente, muitas dessas leis, que já estão em vigor há anos, ainda seguem desatualizadas e não contemplam a solar fotovoltaica, porém, visto se tratar de uma tecnologia de alto ganho em sustentabilidade, naturalmente ela deverá ser incluída em futuras atualizações.

 

Energia Solar no Brasil: Um panorama para [Você] entender tudo

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Como parte de uma série de artigos sobre o empreendedorismo em energia solar no Brasil, apresentamos neste texto as principais vantagens e desvantagens que o consumidor brasileiro obtêm ao adquirir um sistema fotovoltaico. 

Neste artigo, escrito pelo sócio diretor da Blue Sol, Luis Colaferro, apresentam-se as informações e dados que comprovam a viabilidade dos sistemas, além de casos de sucesso de clientes que já geram sua própria energia limpa. Boa leitura!

Energia Solar no Brasil: o atual estado da energia fotovoltaica e suas principais vantagens

A Principal Vantagem da Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Residencial

O benefício da economia e redução de (possivelmente) quase todo o custo nas contas de energia elétrica é certamente a principal vantagem para todos os consumidores que adquirem um sistema de energia solar conectado à rede.

Os sistemas residenciais, hoje em dia, oferecem um retorno financeiro sob seu investimento muitas vezes acima de investimentos comuns na vida do brasileiro, como fundos de renda fixa, tesouro direto, e caderneta de poupança.


Com o custo crescente nas tarifas de energia e a queda de custo nos sistemas de energia solar no Brasil, o investimento para aquisição de um sistema residencial, por exemplo, se paga em média entre 4 a 6 anos, e dá ao seu proprietário uma economia durante cerca de 25 anos (pelo menos), sendo que essa economia pode durar por mais tempo – dependendo da vida útil do sistema.

Uma outra vantagem econômica tangível para o proprietário de um sistema solar fotovoltaico residencial, ou até mesmo comercial, é a valorização do imóvel de forma imediata após a instalação. Ou seja, a energia solar no Brasil, e no mundo, acaba influenciando na valorização dos imóveis

Uma vez que o sistema esteja instalado e funcionando, isso representa um valor adicional no imóvel, materializado pelo fato de que qualquer morador ou inquilino, mesmo que seja um locatário, poderá usufruir dos benefícios econômicos do sistema.

 

 

Existe uma pesquisa no jornal The New York Times que revela que um sistema residencial médio eleva o valor do imóvel em cerca de US$15.000 nos EUA. Essa valorização é próxima ou até mesmo superior ao valor de compra do sistema.

No caso, o sistema médio teria potência de 3,6kWp e para efeitos de comparação, o mesmo custa no Brasil algo em torno de R$29 mil reais.

Porque é Perigoso Comprar o Seu Gerador Solar de uma “Empresa Aventureira”? Ou, Quais os 4 Erros Mais Comuns Na Hora de Escolher a Empresa de Energia Solar 

Pra finalizar, vamos resumir como é possível “pagar metade” (e receber um terço) em um projeto de energia solar residencial.

Erro #1: Equipamentos e Componentes 

Se você selecionar uma empresa integradora de energia solar fotovoltaica “nova no mercado”, que não tenha suporte ou parceria concreta com uma empresa já conceituada, e que pratica preços muito abaixo do padrão de mercado, muito provavelmente receberá componentes mais baratos, advindos de fornecedores duvidosos e até com garantia menor que o padrão estabelecido no mercado.

Erro #2: Mão de Obra

A mão de obra de instalação, se também for de baixo custo, muito provavelmente será de pessoas sem qualificação, e até mesmo sem capacitação.

Essas pessoas dificilmente farão um trabalho tecnicamente aceitável, podendo deixar o imóvel em situação muito ruim, além da instalação do projeto de energia solar residencial em si que, muito provavelmente, deverá ser revista.

Erro #3: Garantias

Cobrar preços abaixo do custo significa que a empresa não está obtendo lucro, e isso é indício de que essa empresa pode não durar muito.

Assim, é provável que ela vá deixar o cliente com uma pilha de componentes de baixa qualidade, cujas garantias ninguém garante, pondo em risco tanto o gerador solar fotovoltaico quanto o próprio imóvel, dados os risco de incêndio provocados por uma instalação elétrica deficiente.

Se o cliente “fica na mão”, no caso de algum problema ou defeito em seu gerador solar, terá que contratar uma empresa idônea, que dificilmente vai aceitar trabalhar com equipamentos de baixa qualidade e uma instalação mal feita, sob o risco de assumir a responsabilidade técnica de uma bomba relógio.

Essas empresas muito provavelmente se oferecerão para fazer um novo projeto de energia solar residencial, com todos os custos reais e, ainda, o custo extra de desfazer o projeto residencial de energia solar fotovoltaicas que foi mal feito. É aí que o cliente paga em dobro.

Erro #4: Projeto Incompleto

Se, ainda, o gerador de energia solar fotovoltaica foi feito “pela metade”, sem a documentação do projeto residencial, será necessário fazer toda essa documentação, o que é mais trabalhoso do que fazer no início do projeto.

Uma empresa idônea dificilmente aceitará se envolver tecnicamente com algo perigoso, que foi feito anteriormente de forma totalmente antiprofissional; somente aceitará se a obra foi feita de forma correta, o que significa que o preço original pode não ter sido tão baixo, mas teve somente a diferença dos custos de engenharia e instalação.

Isso é especialmente comum em casos em que um cliente “entendido” adquire diretamente os componentes, contrata bons instaladores eletricistas para fazer a obra e, depois, “corre atrás” de quem possa fazer a parte de engenharia.

Embora seja uma ação temerária, nos dias de hoje, muito provavelmente isso se torne algo corriqueiro e não perigoso em alguns anos, quando as empresas se especializarem em apenas um dos aspectos do trabalho completo que fazem (projeto, fornecimento de equipamentos e instalação), e tivermos distribuição no varejo de produtos com qualidade certificada e a bons preços, com garantias asseguradas por fábricas brasileiras, com grandes centros de distribuição espalhados pelo país. Fazer isso hoje em dia é pedir pra tomar prejuízo.

Projeto de Energia Solar Residencial: Equipe de Instalação
Uma equipe de instalação bem preparada é garantia de uma instalação bem feita

Quanto Custa Realmente um Projeto de Energia Solar Residencial?

Embora cada projeto de energia solar residencial seja único, sendo necessário um estudo exclusivo dos fatores locais e de consumo para se chegar ao seu custo final, ainda assim é possível calcularmos uma estimativa dos valores médios.

Abaixo, estipulamos o valor médio para cada tipo de consumo residencial; pequeno, médio e grande, com base no consumo de equipamentos eletrônicos básicos, como geladeira, máquina de lavar e aparelhos de ar-condicionado.

Nível de Consumo Pequeno Médio Grande
Potência do Sistema 2 kWp 4 kWp 8 kWp
Faixa do consumo mensal 250 a 350 kWh/Mês 550 a 660 kWh/Mês 1000 a 1100 kWh/Mês
Preço médio R$15.620,00 R$26.080,00 R$46,400

Os valores acima foram calculados com base no custo médio nacional do watt de energia solar, computados em junho de 2017 pela empresa de pesquisa Greener e divulgados em seu relatório “Análise do Mercado Fotovoltaico de Geração Distribuída – 2º Semestre de 2017”.

Retorno do Investimento em Energia Solar: 5 Variáveis Essenciais Que Você Deve Saber

Retorno do Investimento em energia solar
 
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Uma das principais dúvidas de nossos clientes é se o investimento em energia solar faz sentido, se a conta “fecha”, ou seja, se o retorno do investimento em energia solar é atrativo.

Faz sentido investir em energia solar? A resposta para essa pergunta pode ser dada de forma simples: sim, para a maioria dos clientes de energia elétrica no Brasil, a energia solar fotovoltaica é altamente viável financeiramente!

Nesse artigo, enumero as 5 principais variáveis que afetam o retorno financeiro sobre o investimento em energia solar. Abordamos valores reais para mostrar o quanto vale a pena investir em um sistema fotovoltaico. 

#1 – A Tarifa de Energia

A tarifa de energia é a variável mais importante quando se trata de analisar o retorno do investimento em energia solar fotovoltaica.

Fato é que, quanto maior a tarifa, mais viável financeiramente é a instalação de energia solar, pois a energia que você produz se traduz em uma economia financeira maior.

Tarifas de energia são medidas em R$/kWh, e variam conforme:

– A Distribuidora de Energia Local;

– O Tipo De Cliente (Grupo A ou B e suas variações);

– A Bandeira Tarifária vigente no período de apuração (que discutiremos mais à frente).

Se você é um cliente do Grupo B, no qual se enquadram os consumidores de energia em Baixa Tensão, com certeza sua tarifa é bastante alta e você tende a possuir maior viabilidade financeira para instalar um sistema de energia solar. São clientes do Grupo B:

– TODAS AS RESIDÊNCIAS (B1);

– COMÉRCIOS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE (B3);

–  Outros diversos (Governo, Iluminação, Rural)

Os dois primeiros grupos são os que possuem maior viabilidade financeira para a instalação de um sistema solar. Para descobrir quanto paga de tarifa (R$/kWh) e a qual grupo pertence basta apenas olhar com atenção a sua conta de luz. Seguem alguns exemplos:

Retorno do Investimento em energia solar: Conta de luz 1

Retorno do Investimento em energia solar: Conta de luz 2

Ambas as tarifas demonstradas acima são fortemente viáveis para a instalação de um sistema fotovoltaico. Abaixo, demonstramos em uma tabela a diferença entre uma tarifa de R$ 0,35, outra de R$ 0,63 e outra de R$ 0,85 / kWh.

Note a diferença no tempo de Payback (que é o prazo de amortização do sistema fotovoltaico, ou seja, o tempo total de retorno do investimento em energia solar):

Retorno do Investimento em energia solar: Tabela comparativa das diferentes tarifas energéticas

Note que, quanto maior é a Tarifa de Energia, MENOR é o Payback, ou seja, menos tempo leva para o investimento se pagar. Nos casos da tarifa da CPFL, o investimento se paga em 6 anos, o que gera para esse cliente uma economia de 19 anos de energia! Enquanto que, no caso da conta da Enel de R$ 0,85/kWh, o investimento se paga em 4 anos!

Utilizamos nessa simulação as premissas de custo de um sistema Residencial, com um investimento de R$ 40 mil em um sistema de 5,3 kWp, com 1.600 Horas de Sol Pico no Ano (já retiradas as perdas), duração dos Painéis de 25 anos (podem durar mais que isso) e Inflação Energética de 8% ao ano.

Energia Solar Fotovoltaica: Indo além dos Benefícios Econômicos

Vantagens e Desvantagens da Energia Solar

Além dos benefícios econômicos como principal vantagem do sistema solar fotovoltaico conectado à rede, existem diversas outras vantagens, as quais irão variar de acordo com o perfil e expectativa do cliente.

Para  clientes com perfil mais comercial, por exemplo, o reconhecimento por uma ação de pioneirismo e a possibilidade de ações de marketing verde acerca do sistema solar e seus benefícios ambientais, aumentam ainda mais o apelo pela aquisição do sistema, tornando possível não só o retorno tangível como também o intangível.

Energias Renováveis: Solar x Petróleo

É amplamente sabido que as fontes de energias renováveis substituem as fósseis e ajudam a combater um dos principais desafios da humanidade atualmente: as mudanças climáticas.

Muitas empresas e organizações carregam essa bandeira entre seus mais importantes valores e demonstram extrema convicção de que a implantação de um sistema solar é um passo importante nesse sentido.

Poder, Segurança e Estabilidade também fazem parte dos benefícios da Energia Fotovoltaica

Uma última, e não menos importante, vantagem da energia solar no Brasil para os consumidores de energia elétrica do país é o fato de que é possível proteger-se contra uma oscilação de custo da energia elétrica, que mantém a maioria dos consumidores expostos a aumentos repentinos nas suas respectivas contas.

Nesses últimos 3 anos, os aumentos não só tem sido frequentes mas também consideráveis, tendo em vista a crise energética de 2014 devido as secas, e a posterior desestruturação do setor elétrico a partir de aquisição de dívidas enormes por parte das distribuidoras.

Em um ambiente tão instável do ponto de vista de planejamento e risco, quem paga pelos aumentos de custo e necessidades de melhorias dos sistemas é o próprio consumidor de energia elétrica, que depende da distribuição de energia e não tem outra escolha se não consumir daquela fonte, daquela maneira e naquele preço.

A partir da instalação de um sistema de energia solar no Brasil conectado à rede, o proprietário do sistema ganha poder de escolha e trava o custo da tarifa de energia pois, a troca entre a energia consumida da rede e a gerada pelo sistema, é feita em igualdade de proporções, ou seja, sempre de 1 kWh por 1 kWh (quilowatt-hora).

Desse modo, ele consegue uma almejada estabilidade e previsibilidade no seu custo de energia elétrica, que será justamente a distribuição mensal do valor do investimento, ou até mesmo do financiamento do sistema, ao longo de sua vida útil, quando o mesmo entregar todos os benefícios prometidos. 

A principal Desvantagem da Energia Solar

Talvez não necessariamente uma desvantagem, mas sim uma grande objeção para a compra da tecnologia, seria o fato de que ela se encontra inacessível para algumas camadas da população que não tem conhecimento sobre linhas de financiamento de baixo custo.

É muito comum ouvir que a instalação de sistemas de energia solar no Brasil é cara, quando ainda não se encontra formas de obtê-la. Isso ocasiona um certo descontentamento e frustração por parte daqueles que desejam não só economizar bastante dinheiro com a instalação de um sistema, mas também participar desse movimento de empoderamento e revolução energética.

Para todos que acompanham o movimento acerca das fontes renováveis e da energia solar e se encontram nessa situação, é preciso saber comparar e observar o trajeto de novas tecnologias em seus processos de amadurecimento e massificação, assim como foi o caso do automóvel, do computador e do telefone móvel, que em seus primórdios também pareciam ser artigos de luxo e hoje já são parte integrante da vida da maioria da população brasileira.

Normalmente, o crescimento de tecnologias com alto potencial de impacto social se da paulatinamente e de forma gradual, penetrando primeiro algumas camadas da sociedade, que abrem caminho para outras.

O Uso da Energia Solar no Brasil

Por conta das enormes vantagens para a maioria dos consumidores de energia elétrica no Brasil, principalmente os residenciais, a tecnologia fotovoltaica cresce a passos largos em nosso país.

Até o final de 2016, o setor solar, como um todo, instalou 7.691 sistemas de energia solar fotovoltaica e pretende, até o final de 2017, chegar ao número de 26.857 sistemas.

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Ainda, podemos ver todos esses dados de instalações já realizadas, Estado por Estado, estabelecendo quais deles já estão à frente da tecnologia.

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Mais importante, porém, do que o número absoluto, é a tendência clara de um crescimento acelerado evidenciado no gráfico abaixo, segundo dados oficiais.

Se a projeção se concretizar, logo em 2020 o Brasil terá cerca de 174 mil sistemas fotovoltaicos conectados à rede instalados, representando cerca de 0,21% do total de unidades consumidoras brasileiras passíveis de se adquirir sistemas em geração distribuída. Já em 2024, a projeção é de 886 mil sistemas fotovoltaicos.

Seguindo nessa tendência, a ANEEL preparou um gráfico com base na projeção anterior, estimando a quantidade de sistemas fotovoltaicos que serão instalados em três modalidades de unidades consumidoras: residencial, comercial e outros (rural, industrial, iluminação pública, serviço público).

Do mesmo modo ao que temos hoje, a maioria dos sistemas serão instalados em unidades residenciais, cerca de 91% do total nacional contra somente 9% de sistemas comerciais em números absolutos.

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Agora, se levarmos em consideração a mesma projeção, mas agora em potência em MW, o cenário passa a ser diferente. É possível perceber que a distribuição passa a ser mais equilibrada entre os três grandes grupos, residencial, comercial e outros.

Isso significa que, os sistemas comerciais permanecerão em menor quantidade, mas o tamanho médio do sistema é superior ao residencial e ao comercial.

Os sistemas comerciais nesse caso ficam com cerca de 24% do total da potência instalada, e serão responsáveis por cerca de 784 MW de um total de 3,2GW.

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Por isso, mesmo que a tecnologia tenha partido de algumas dezenas de sistemas fotovoltaicos em 2013 para milhares até agora, o setor de energia solar brasileiro, como um todo, tem mantido um passo de crescimento acima de 300% ao ano, desde 2014, e isso abre enormes possibilidades de geração de emprego, renda, criação de novas empresas e negócios, afim de sustentar essa possibilidade de crescimento contínuo.

Sistemas de Energia Solar Residencial x Sistemas de Energia Solar Comercial

A maioria dos novos proprietários de sistemas de energia solar são os consumidores de energia residencial, que normalmente são também os que pagam mais caro pela energia elétrica.

Hoje, cerca de 84% de todos os sistemas fotovoltaicos brasileiros instalados no Brasil são de sistemas residenciais, que ficam nos telhados das casas desses proprietários. No gráfico abaixo podemos ver a distribuição dos tamanhos médios de sistemas residenciais no Brasil.

Tamanho médio dos Sistemas Fotovoltaicos Residenciais no Brasil

 

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No que diz respeito aos sistemas comerciais, estes representam os outros 16%, em um agregado de diferentes tipos de aplicação, seja industrial, comercial, rural, ou outras muitas, distribuídas em inúmeros segmentos e tipos de consumidores diferentes. Veja a distribuição dos tamanhos médios dos sistemas comerciais instalados pelo Brasil no gráfico abaixo.

Tamanho médio dos Sistemas Fotovoltaicos Comerciais no Brasil

 

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Podemos observar que o tamanho médio dos sistemas é muito acima dos residenciais, o que faz com que exista mais oportunidade de ganho para o empreendedor solar, mesmo que o número absoluto de oportunidades seja menor.

Em termos de potência instalada, a  diferença de distribuição da energia solar entre residencial e comercial é bem menor, com pouco mais de 20 MW distribuídos em cada uma das categorias.

Análise da Energia Solar Detalhada por Estado Brasileiro

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A análise a seguir, detalha o momento de cada estado brasileiro em relação a adoção da energia solar. Colocamos não só o número absoluto de sistemas em cada território, mas também a divisão de sistemas por classificação (residencial, comercial, outros), participação % no total do Brasil, e número de empresas por estado.

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QUE TAL PRODUZIR A PRÓPRIA ENERGIA ELÉTRICA?

Publicado em 05/02/2016 às 22h23

Tendência: energia solar e eólica podem reduzir custo com eletricidade (Foto: Reprodução )

Em oito anos, mais de 1 milhão de pessoas devem gerar sua própria energia, diz Aneel!

Você já pensou em gerar a sua própria energia elétrica em casa? Pois essa possibilidade já existe e deve ser cada vez mais comum no país. Segundo estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil vão contar com energia produzida pelo sistema de geração distribuída, que permite que o consumidor instale pequenos geradores de fontes renováveis, como painéis solares e microturbinas eólicas, e troque energia com a distribuidora local, com objetivo de reduzir o valor da conta de luz.

O diretor da Aneel Tiago Correia já instalou oito placas de geração de energia solar em sua casa, o que vai atender ao consumo total da residência a partir do mês que vem. Para ele, além da vantagem de usar apenas fontes renováveis, um dos benefícios da geração distribuída é a redução de investimentos em redes de distribuição de energia. “Ela traz a geração para próximo do consumo”, afirma.

Na última terça-feira (1º), começaram a valer as novas regras aprovadas pela Aneel para a geração distribuída no país, que devem aumentar a procura pelo sistema. Uma das novidades é a possibilidade de geração compartilhada, ou seja, um grupo de pessoas pode se unir em um consórcio ou em cooperativa, instalar uma micro ou minigeração distribuída e utilizar a energia gerada para reduzir as faturas dos consorciados ou cooperados.

Segundo Tiago Correia, essa mudança vai possibilitar que mais pessoas adotem a geração compartilhada. “Quanto maior o sistema, mais barata é a instalação total, porque alguns custos são diluídos. Isso faz com que o retorno do investimento seja muito mais rápido, além de facilitar o acesso ao crédito cooperativado”, acrescenta.

Também foi autorizado pela Aneel que o consumidor gere energia em um local diferente do consumo. Por exemplo, a energia pode ser gerada em uma casa de campo e consumida em um apartamento na cidade, desde que as propriedades estejam na área de atendimento de uma mesma distribuidora. A norma também permite a instalação de geração distribuída em condomínios. Nesse caso, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida, o cliente fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.

Crescimento

Entre 2014 e 2016, as adesões ao modelo de geração distribuída quadruplicaram no país, passando de 424 conexões para 1.930 conexões. Para este ano, o crescimento pode ser de até 800%, segundo a Aneel. “O potencial de crescimento é muito grande, e a taxa de crescimento tem sido exponencial, até porque a base ainda é baixa”, afirma Correia. Atualmente, cerca de 90% das instalações de geração distribuída no país correspondem a painéis solares fotovoltaicos.

Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, as novas regras aprovadas pela Aneel vão ajudar a fomentar o uso da geração distribuída no país. “A revisão das normas vai possibilitar ampliação expressiva da participação da população brasileira na geração distribuída. O Brasil acabou de se posicionar como uma referência internacional, na vanguarda na área de incentivo ao uso da energia de geração distribuída, em especial a geração solar”, lembra.

Custos

O investimento em um sistema de geração de energia distribuída ainda é alto no Brasil, por causa do custo dos equipamentos, mas o retorno poderá ser sentido pelos consumidores entre cinco e sete anos, segundo o diretor da Aneel. “Se você pensar como um investidor, que tem um dinheiro disponível e gostaria de aplicar, traria um rendimento muito melhor do que qualquer aplicação financeira disponível hoje”, diz Tiago Correia.

Já o responsável pela área de geração distribuída da empresa Prátil, Rafael Coelho, estima que uma residência consiga obter o retorno do investimento a partir de quatro anos, dependendo da radiação do local e do custo da tarifa. Para ele, o investimento vale a pena, especialmente porque o consumidor evita oscilações na tarifa de energia.

“Quando você faz o investimento em um sistema desses, é o equivalente a você comprar um bloco de energia antecipado, um estoque de energia, que poderá usar por 25 anos sem se preocupar se o valor da energia vai subir ou vai descer”, diz Coelho. Segundo ele, o aumento da procura por equipamentos vai fazer com que o custo da instalação tenha uma redução nos próximos anos. “Como qualquer indústria, ela precisa de escala para poder reduzir o custo unitário. Então, com o crescimento do setor, essa escala deve vir e consequentemente o custo para o cliente deve abaixar também”.

Para a Absolar, o principal gargalo para o avanço do setor de geração distribuída no país é a questão tributária, especialmente nos 12 estados que ainda não eliminaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS sobre a energia da microgeração. Em nível federal, o governo já fez a desoneração do PIS-Pasep e da Cofins sobre o sistema. Em relação ao financiamento, a entidade espera que o governo mobilize os bancos públicos para a oferta de crédito com condições especiais para pessoas e empresas interessadas em investir em mini e microgeração distribuída.

 

QUANTO CUSTA A ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

 O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação. Com intuito de te instruir quanto aos preços, assim evitando surpresas, fizemos uma pesquisa de mercado em Julho de 2015.
 
QUANTO CUSTA A ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação.

A grande variação de preço entre os fornecedores é relacionada à qualidade dos componentes utilizados, o tamanho da empresa (empresas maiores tem mais poder de compra e compram mais barato) e a complexidade da instalação. Se fossemos comparar com carros, os sistemas mais baratos poderiam ser comparados com um carro da marca "Hyundai "  e os  mais caros com um carro da marca "BMW / Lexus". Deixamos para você decidir qual faz mais o seu estilo!

Nota: Estes preços são aproximados, com instalação e projeto, assumindo a utilização de componentes de qualidade. Para obter uma estimativa de preço exata para a sua situação preencha o formulário e receba orçamentos grátis de energia solar!

Em Julho de 2015, devido a alta do dólar, fizemos uma pesquisa e chegamos a seguinte variação de preços de sistemas de energia solar praticados:

Preço da Energia Solar Fotovoltaica Residencial:

  • Casa pequena, até 2 pessoas = Sistema de 1.5Kwp custa de R$ 15.000 a R$ 20.000
  • Casa pequena, 3 pessoas = Sistema de 2Kwp custa de R$ 18.000 a R$ 24.500
  • Casa média, Família de 4 a 5 pessoas = Sistema de 3Kwp custa R$ 25.000 a R$ 35.000
  • Casa grande, Família de 4 a 5 pessoas = Sistema de 4Kwp custa de R$ 32.000 a R$ 45.000
  • Casa grande, Família de 5 pessoas = Sistema de 5Kwp custa de R$ 40.000 a R$ 55.000
  • Casa grande, Alto padrão = Sistema de 8kWp custa de R$ 57.000 a R$ 75.000
  • Mansões, mais de 6 pessoas = Sistemas de até 10Kwp custam de R$ 75.000 a R$ 100.000
Obs: Sim, os preços variam tanto assim!

Preço da Energia Solar Fotovoltaica para Comércios e Indústrias:

  • 100Kw : R$ 650.000 – R$ 900.000
  • 500Kw : R$ R$3Mi – R$3.5Mi
  • 1MW : R$ 5mi – R$ 6Mi

Preço de Usinas de Energia Solar Fotovoltaica

  • 5MW - R$20Mi
  • 30MW - R$120Mi

Benefícios de se Investir em Energia Solar Fotovoltaica

Embora as pessoas pesem que o preço da energia solar fotovoltaica é elevado, se comparada como outros investimentos o preço da energia solar é barato. Abaixo alguns exemplos do que estamos falado:

Energia Solar Fotovoltaica vs Comprar um Carro

O CARRO: Vamos assumir que você pretende comprar um carro 0Km de R$ 60.000,00. Você vai ter um custo no primeiro ano ( sem contabilizar o gasto com gasolina) de aproximadamente:
R$ 1800 (IPVA),
R$ 2000 (Seguro),
R$ 700 (primeira revisão)
R$ 8.000 (depreciação).
Total de custo no primeiro ano de R$ 12.500.

A ENERGIA SOLAR: Você investe R$30.000 em um sistema fotovoltaico de 3.75kWp (apx). 
Economia no Primeiro ano R$ 3.000
Gasto com manutenção no primeiro ano R$ 0
Total de ganho: R$ 3.000

Ou seja, se você valoriza o seu dinheiro e esta pensando em comprar um carro novo,  deveria comprar um carro de R$30.000 e investir os outros R$ 30.000 em um sistema fotovoltaico.

Energia Solar Valoriza a Sua Casa

É fato uma casa com energia solar vale mais do que outra sem. O que você prefere uma casa onde você paga a conta de luz ou uma casa que gera a sua própria energia?

A Energia Solar é Mais Barata Que a Energia que Você Compra da Rede

Isso é fato. Se você pegar toda o custo de investimento em energia solar somar isso com a manutenção minima que terá ao longo de 25 anos e dividir esse valor pela energia gerada pelo sistema fotovoltaico o preço que você pagou pela energia solar é mais barato que o da rede elétrica:

Ex:
Sistema de Energia Solar Fotovoltaica de 3.75kWp em MG:
Investimento R$ 30.000
Manutenção 25 anos R$ 6.000
Custo Total R$ 36.000

Energia Gerada em 25 anos = 130.000kWh (apx)

Cálculo: Custo total (Investimento+manutenção) divido pela energia gerada é igual ao preço da energia:
36.000 / 130.000 = R$0,27/kWh

Em Minas Gerais a energia residencial que você compra da rede esta custando hoje R$ 0,8/kWh(apx)... Ou seja, a energia solar é mais barata que a energia da rede elétrica.
Não só em MG, mas em todos os estados Brasileiros a Energia Solar Fotovoltaica é mais barata que a energia residencial das distribuidoras que hoje esta em torno de R$ 0,55/kWh.

Energia Solar Rende Mais que a Poupança

Fato, a poupança rende em média 6% ao ano, a energia solar fotovoltaica te retorna entre 8% e 18% ao ano.

Preço da Energia Solar Fotovoltaica

Fato a energia solar esta cada vez mais barata. O gráfico abaixo, feito pelo Bloomberg mostra a queda de preço da energia solar:

Gráfico com o Preço da Energia Solar nos últimos 25 anos

Orçamentos de Energia Solar Fotovoltaica

O Portal Solar esta selecionando as melhores empresas de energia solar do Brasil para lhe atender.
Caso você queira instalar energia solar fotovoltaica na sua empresa ou residência, basta selecionar uma das 3 opções abaixo: Calcule rapidamente o custo do seu sistema de energia solar ou preencha o formulário de pedido de orçamento que vamos encaminhar o seu pedido para as 3 empresas qualificadas mais perto de você. É rápido e fácil, selecione uma das opções abaixo:
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Mercado de Energia solar no Brasil!

Publicado em 05/02/2016 às 22h19

UM OLHAR SOBRE O FUTURO DA ENERGIA SOLAR NO BRASIL 

Engatinhando em seus primeiros anos de desenvolvimento, a energia solar fotovoltaica prova que veio para ficar, gerar empregos e mudar a cara do setor energético no Brasil. A quantidade das instalações já passou das 5.000. Embora ainda um número tímido, demonstra um crescimento de 350% em um ano. Para aqueles que conhecem as peculiaridades do mercado fotovoltaico a nível global, como eu que passei alguns anos da minha vida fazendo centenas de instalações na Austrália, já é possível observar os primeiros sinais do que chamamos de o boom solar: o começo de um crescimento vertiginoso de instalações. 

O boom solar

O Brasil acordou tarde para o setor de energia que mais cresce no mundo, mas a boa notícia é que ele acordou para o “verão da energia solar”. Chamo de verão este período que começa agora para o setor não por causa dos dias quentes que teremos nos próximos meses, mas sim pois a tecnologia fotovoltaica, que continua em pleno desenvolvimento tecnológico, atingiu um ponto onde os custos dos equipamentos já não são mais uma barreira de entrada e a energia produzida pelas placas fotovoltaicas, fica cada vez mais barata. 

Na maioria dos estados brasileiros a energia solar, em sua modalidade “distribuída”, onde as placas são instaladas diretamente sobre o telhado daqueles que vão utilizar a energia, já tem um payback de 4 a 6 anos. Ou seja, após este período a energia produzida pelos painéis será praticamente grátis! Em questão de 5 a 7 anos a energia solar fotovoltaica será mais barata que a energia gerada pelas hidrelétricas se tornando assim a fonte mais competitiva.

O gráfico abaixo mostra em AZUL que em 2009 a Austrália já estava no mesmo ponto que nós estamos atingindo hoje: aproximadamente 50.000kWp instalados (GD). O segundo gráfico abaixo em VERDE, com informações da ANEEL, mostra a quantidade de instalações acumuladas de 2012 a 2016 no Brasil. O que podemos observar é que estamos no início do que será um crescimento vertiginoso da energia solar em nosso país. 

O Crescimento da Energia Solar

Algumas pessoas vão falar que na Austrália havia um subsídio incentivando as instalações. Sim é verdade, mas a energia solar era 4 vezes mais cara naquela época e, por causa disso, o payback era o mesmo que estamos atingindo agora aqui no Brasil. O principal driver de crescimento da energia solar é o Payback junto com um ambiente regulatório favorável. Importante considerar também que a Austrália possui por volta de 25 milhões de habitantes e o Brasil 200. Proporcionalmente a Austrália instala muito mais sistemas per capta do que o Brasil, ou seja a nossa curva de acensão pode durar duas décadas gerando um mercado muito maior. 

Um mercado mais competitivo traz inovação e qualidade.

Em pleno crescimento, o número de players do setor de energia solar, em quase todos os níveis, continua a se expandir.

As empresas chinesas estão fazendo up-grades em suas linhas de células indo para tecnologias como a PERC ou a Heterojunção que permite que os painéis solares produzam energia dos dois lados e com uma eficiência e vida útil maiores. Os wafers de silício são cortados cada vez mais finos, utilizando-se a tecnologia Diamont Wire, e assim reduzindo o custo do silício nas células. Os primeiros painéis interconectados com com SmartWire, tecnologia que reduz o uso da prata em 70% começam a chegar no mercado Europeu e Americano. Tudo isso contribui para que os painéis sejam melhores e mais duráveis e o custo da energia produzida fique cada vez mais barata.

Aqui no Brasil, desde os pequenos e médios integradores fazendo a instalação de painéis solares em residências e comércios até as grandes concessionárias de energia envolvidas em grandes projetos de instalação de usinas solares, estão tornando o setor cada vez mais competitivo. Isso, é claro, só pode ser uma boa notícia para os consumidores finais pois esta forçando as empresas a oferecerem soluções melhores por preços mais competitivos.

O consumidor final e as empresas estão se educando, começando finalmente a escolher os equipamentos com base na qualidade e não só no preço. Muitos já entendem a necessidade de termos um processo de certificação do painel solar que atenda aos requisitos de segurança, como a IEC 61215

A ENERGIA SOLAR VAI EMPREGAR MILHARES DE PESSOAS NAS PRÓXIMAS DÉCADAS

No final de 2015 o Portal Solar tinha mapeado aproximadamente 700 empresas atuando no setor. Hoje no final de 2016 temos quase 1400 empresas atuando no setor. A curva de crescimento das empresas vem logo antes do boom da energia solar. Com base no tamanho do mercado brasileiro, que é bem maior que o da Austrália, estimamos que em 2020 teremos por volta de 5.000 empresas movimentando de R$5 a R$10Bi

Em 2016 foram gerados aproximadamente 3500 empregos neste setor. Em 2017 até 16.000 vagas podem ser criadas. Com base na curva de crescimento das instalações, o setor fotovoltaico deverá estar empegando em 2020 aproximadamente 100.000 pessoas. 

A GERAÇÃO DISTRIBUÍDA EMPREGARÁ A MAIOR PARTE DAS PESSOAS NO SETOR DE ENERGIA SOLAR

100.000 Pessoas empregadas em 2020 na energia solar - A maior parte das vagas de emprego serão geradas no setor da instalação de sistemas fotovoltaicos em residências, comércios e indústrias. Por volta de 80.000 pessoas estarão empregadas neste setor de Geração Distribuída até 2020.
Estas vagas de emprego serão geradas em diversas regiões pelo Brasil todo, principalmente através de pequenas empresas regionais de instalação. A maior parte das vagas, por volta de 60.000 vagas, serão para técnicos e auxiliares de instalação.

AS DISTRIBUIDORAS PRECISAM MUDAR O SEU MODELO DE NEGÓCIOS

Chegou a hora de sermos donos dos nossos próprios geradores de energia renovável. Nos países mais desenvolvidos isto já é a realidade, afinal, trata-se da fonte de energia que mais cresce e reduz o custo dos equipamentos. Em alguns anos será a fonte de energia mais barata disponível.

Para que isso aconteça, antes da entrada massiva do armazenamento residencial de energia (baterias), as distribuidoras deste país precisam cooperar com esta revolução energética. Elas precisam mudar o seu modelo de negócios e atualizar a precária rede de distribuição de energia que elas administram. Afinal, estamos cansados de toda vez que cai uma chuva ou vente um pouco mais ficarmos sem energia, estamos cansados de ver esse emaranhado de fios enfeiando a nossa cidade, estamos cansados de pagar por um serviço precário. A única solução para as distribuidoras é se atualizarem, implantando um rede inteligente de cabos subterrâneos: SMART GRID

A energia solar veio para ficar e democratizar a produção de energia limpa.
Fonte: www.portalsolar.com.br

Brasil ultrapassa 5 mil conexões de micro e minigeração

Em um ano, o número de conexões de micro e minigeração de energia teve um rápido crescimento. São 5.040 conexões em agosto, contra as 1.148 ligações registradas na ANEEL em setembro de 2015, o que representa uma potência instalada de 47.934 kW

O mercado de energia solar teve crescimento recorde em 2015

Tendo recebido mais de 30.000 pedidos de orçamento em todo o Brasil e possuindo a maior database de empresas de energia solar ativas no país, o Portal Solar mapeou o perfil do mercado consumidor.

O Brasil possui uma das melhores condições no mundo para geração de energia solar.

Devido as contantes secas, crise de energia no setor elétrico, aumento da conta de luz e a demanda pela diversificação da matriz energética no país, o mercado de energia fotovoltaica teve crescimento recorde em 2015 e, começa 2016, com perspectiva de crescer 300%. Segundo estimativas do governo, a tendência é que este mercado movimente R$ 100 bi até 2030.

Fizemos uma pesquisa com base nos últimos 9 Mil pedidos de orçamentos de energia solar que recebemos, entre Agosto e Dezembro de 2015, para assim traçar o perfil do mercado consumidor de energia solar no Brasil. Veja abaixo o infográfico com o resultado da pesquisa.

O mercado de energia solar teve crescimento recorde em 2015


O Brasil possui uma das melhores condições no mundo para geração de energia solar.

Devido as contantes secas, crise de energia no setor elétrico, aumento da conta de luz e a demanda pela diversificação da matriz energética no país, o mercado de energia fotovoltaica teve crescimento recorde em 2015 e, começa 2016, com perspectiva de crescer 300%. Segundo estimativas do governo, a tendência é que este mercado movimente R$ 100 bi até 2030.

Fizemos uma pesquisa com base nos últimos 9 Mil pedidos de orçamentos de energia solar que recebemos, entre Agosto e Dezembro de 2015, para assim traçar o perfil do mercado consumidor de energia solar no Brasil. Veja abaixo o infográfico com o resultado da pesquisa. 

O MAPA DO MERCADO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NO BRASIL

 

QUEM PEDE ORÇAMENTOS


80% - Homens
20% - Mulheres

FAIXA ETÁRIA DE QUEM PEDE ORÇAMENTO


10% - tem até 30 anos
60% - entre 31 e 50 anos
20% - entre 51 e 60 anos
10% - acima de 60 anos

O VALOR MÉDIO QUE ELES PAGAM NA CONTA DE LUZ


15% - pagam acima de R$1000,00 por mês na conta de luz
15% - pagam entre R$600,00 e R$1000,00 por mês na conta de luz
45% - pagam entre R$200,00 e R$600,00 por mês na conta de luz  
25% - pagam até R$200,00 por mês na conta de luz


QUEM JÁ POSSUI AQUECEDOR SOLAR INSTALADO


85% - não possuem aquecedor instalado
15% - possuem aquecedor instalado


PROPRIEDADE DO IMÓVEL


85% - são proprietários do imóvel
15% - são inquilinos

SITUAÇÃO DO IMÓVEL


20% - são imóveis em construção
80% - são imóveis construídos

TIPO DE IMÓVEL


25% - são imóveis comerciais ou industriais
75% - são imóveis residenciais

A POTÊNCIA DOS SISTEMAS MAIS VENDIDOS


15% - são sistemas de até 2kWp
65% - são sistemas entre 2 e 5kWp de potência
20% - são sistemas de 5 a 15kWp de potência


O VALOR MÉDIO DOS SISTEMAS MAIS VENDIDOS, SEPARADOS POR POTÊNCIA


1.5kWp: de R$16.000 a R$20.000
2.0kWp: de R$18.000 a R$25.000
3.0kWp: de R$22.500 a R$32.000
5.0kWp: de R$35.000 a R$45.000
7.5kWp: de R$52.000 a R$67.000
10.0kWp de R$65.000 a R$85.000

Veja mais aqui quanto custa a energia solar

OS ESTADOS QUE SAÍRAM NA FRENTE


Estados que mais fizeram pedidos de orçamento:


1° São Paulo
2° Minas Gerais
3° Rio de Janeiro
4° Paraná
5° Rio Grande do Sul
6° Santa Catarina 

Estados que mais instalaram energia solar em 2015


1° Minas Gerais
2° Rio de Janeiro
3° Rio Grande do Sul
4° São Paulo
5° Ceará
6° Santa Catarina


Estados que possuem maior número de empresas de energia solar ativas


1° São Paulo
2° Minas Gerais
3° Paraná
4° Santa Catarina
5° Rio Grande do Sul
6° Rio de Janeiro

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GOVERNO CRIA PROGRAMA DE INCENTIVO À GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR

Publicado em 30/01/2016 às 01h23
 Governo cria programa de incentivo à geração de energia solar (ProGD)
Fonte: O Globo, por Danilo Fariello 
Fonte: www.portalsolar.com.br
Caixa e Banco do Brasil devem oferecer linhas de financiamento exclusivas

BRASÍLIA - O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, assinou portaria nesta terça-feira criando o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD) para estímulo da geração de energia a partir de placas solares dentro das unidades consumidoras, que possa ser compartilhada com o sistema das distribuidoras de energia. O governo prevê um potencial de investimentos de R$ 100 bilhões nessas tecnologias e que 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão aderir ao programa até 2030.

— Brasil tem potencial solar bastante significativo. Nossa localização se encontra dentro do cinturão solar. A maior intensidade ocorre de setembro a novembro, no período de seca, quando temos geração hídrica menor. Há complementariedade bastante significativa — disse o secretário de energia elétrica do MME, Ildo Grudtner, destacando as vantagens ambientais do sistema.

Nos próximos 90 dias, um grupo de trabalho criado pelo ministério vai buscar meios de financiamento dos equipamentos para consumidores residenciais, que custam cerca de R$ 27 mil atualmente. Segundo uma fonte do governo, já estão avançadas tratativas com Caixa e Banco do Brasil para se oferecer linhas de financiamento exclusivas para isso.

Nas contas de Rodrigo Lopes Sauaia, diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia SolarFotovoltaica (Absolar), o equipamento básico de placas e medidores custa atualmente a partir de R$ 15 mil e oferece retorno em período entre seis e 12 anos, a depender do valor da tarifa da região, da incidência de luz solar e dos impostos cobrados no Estado.

— Estamos pleiteando financiamentos de até 10 anos e taxas de entre 7% e 9% ao ano — disse Sauaia.

Braga anunciou também que, dentro do ProGD serão instaladas em placas solares flutuantes nos reservatórios das usinas de Sobradinho, da Chesf, e de Balbina, da Eletronorte. Serão investimentos de R$ 100 milhões, com recursos das próprias empresas entre 2016 e 2019.

Segundo José Carlos Miranda Farias, presidente da Chesf, além de gerar energia solar, as placas fotovoltaicas flutuadoras aplicadas sobre os reservatórios vão ajudar a reduzir também o índice de evaporação do reservatório de Sobradinho, que bateu na marca de 1% nas últimas semanas, mas já vem em recuperação com o período mais intenso de chuvas.

Como forma de estimular a instalação das placas geradoras em unidades consumidoras, a Portaria do MME vai permitir que o excedente de energia gerado nas unidades consumidoras seja vendida no mercado livre de energia, que pode apresentar remuneração mais atrativa aos vendedores.

Outro benefício já definido para a geração distribuída de energia solar foi a aprovação pelo Confaz de cobrança de ICMS sobre o saldo de energia que receber da distribuidora. Segundo a Absolar, pelo menos dez estados já formalizaram essa isenção.

Braga disse ainda, que está buscando parcerias com o BNDES e o Banco do Brasil para promover a instalação de unidades de geração solar em universidades e institutos tecnológicos, acompanhados de laboratórios de pesquisa.

— Nas universidades públicas federais, com o BNDES, podemos fazer amplas áreas cobertas em estacionamentos, proporcionando conforto e gerando energia elétrica e economia para nossas universidades federais.

Na mesma cerimônia, o ministro e demais autoridades assinaram termo de cooperação em que a Absolar doou ao ministério um conjunto de 256 módulos para complementar o suprimento de energia do próprio prédio da sede do Ministério de Minas e Energia (MME).

Segundo Grudtner, a instalação do sistema, de R$ 500 mil, não terá custo ao governo federal – porque será doado pela Absolar – e representará uma economia de R$ 70 mil ao ano nos gastos do ministério com eletricidade.
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A REGULAMENTAÇÃO DOS CRÉDITOS DE ENERGIA

Publicado em 30/01/2016 às 01h09

Saiba o básico da regulamentação dos "Créditos de Energia". A RN482/12 da ANEEL estabelece as condições gerais para a conexão dos sistemas de energia solar fotovoltaica na rede de energia elétrica.

Fonte: www.portalsolar.com.br
A RN 482/12 da ANEEL estabelece as regras para este sistema de "compensação de energia" (o que nós estamos chamando de "créditos de energia" ou "lei de incentivo a energia solar"). É esta resolução que permite você fazer esta "troca" de energia com a rede elétrica.

Existem diversas informações importantes neste sistema de compensação (que farão diferença para você quando for conectar o seu sistema de energia solar fotovoltaica, o gerador de energia solar, na rede elétrica, abaixo você encontra um resumo dos pontos mais importantes:

QUEM PODE FAZER PARTE DO SISTEMA DE "CRÉDITOS DE ENERGIA SOLAR"

 
Para você aderir ao sistema de compensação (créditos de energia) você deve ser um "Consumidor Cativo" (Consumidores cativos são todos aqueles que compram a sua energia diretamente da distribuidora).

Em outras palavras, se você compra a sua energia diretamente da distribuidora você PODE instalar um sistema de energia solar fotovoltaica conectado a rede elétrica e se beneficiar do esquema de compensação de créditos criado pela ANEEL. Praticamente todas as residências e comércios neste país compram a sua energia das distribuidoras, portanto, se você é dono de uma casa ou um comércio, você pode instalar o sistema de energia solar e aderir ao sistema de créditos.

TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA (IMPOSTOS) QUAIS SÃO AS ISENÇÕES?

 ICMS
 
Em 2015 o CONFAZ (Conselho Nacional da Política Fazendária - Ministério da Fazenda)  através do Ajuste SINIEF 2, revogou o Convênio que orientava a tributação da energia injetada na rede. Cada estado passou a decidir se tributa ou não a energia solar que é injetada na rede da distribuidora.

Estados que já isentaram a energia solar de ICMS:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Goias
  • Mato Grosso
  • Maranhão
  • Minas Gerais
  • Pernambuco
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Tocantins

Como funciona o ICMS na energia solar:

Para os ESTADOS QUE AINDA NÃO ISENTARAM (todos os estados que não estão na lista acima)o imposto de ICMS vai incidir sobre os créditos assim reduzindo um pouco a quantidade que você "acumula". Ex:

EX:1 - Em um estado com ICMS de 18%, para cada 1 kWh de energia que você injeta na rede você gera um crédito de 0,82 kWh. Ou seja o ICMS, quando incide sobre a energia solar nos estados que ainda não aderiram à decisão do Ministério da Fazenda, reduz os seus créditos de energia.

PIS E COFINS

O Governo Federal, através da Lei n° 13.169, isentou o PIS e COFINS a energia solar injetada na rede.

COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS POR POSTO HORÁRIO

 
Se você é um grande consumidor de energia elétrica, provavelmente você paga a energia consumida por "posto horário" ("tarifa de pico" e "fora de pico"). Ou seja, você paga mais para consumir mais para consumir energia no horário de pico.

Neste caso, os "créditos de energia"  são compensados de acordo com uma formula simples:
Exemplo: Se você paga 5 vezes mais pela energia consumida no horário de pico, você precisa gerar 5 vezes mais créditos fora de pico. 

Ex: 
Tarifa fora de pico R$ 0,2 / kWh
Tarifa no horário de pico 5 vezes maior = R$ 1 / kWh

Para compensar 100 kWh consumidos no horário de pico você precisa gerar 500kWh no horário fora de pico.

NOTA: se você é um grande consumidor de energia, o Portal Solar sugere que você negocie com a sua distribuidora para voltar a ter uma tarifação única para todos horários ou, pedir para que a empresa que for instalar o seu sistema de energia solar fotovoltaico calcule o tamanho (potência) dele para que não gere mais energia que a sua demanda. Desta forma você reduzira o seu consumo e não gerará créditos de energia. 


Seja qual for a sua situação de consumidor de energia, a empresa que for instalar o seu sistema de energia solar fotovoltaica vai saber qual é a melhor opção para você. Desta forma sugerimos que preencha o formulário para receber até 3 orçamentos grátis e compare as melhores opções para sua casa ou negócio.

QUANTO A DEMANDA CONTRATADA

No caso de grandes consumidores de energia elétrica, como indústrias (ou seja isto não se aplica a residências e a maioria dos comércios comércios), a resolução 482/12 da ANEEL estabelece que o sistema de energia solar fotovoltaica não pode ter uma potência maior que a demanda contratada. Ou seja se você é uma indústria e possui uma demanda de 800kW o seu gerador de energia solar não pode ser maior que 800kWp.

Na opinião do Portal Solar isso é um entrave criado para atrapalhar o crescimento do mercado de energia solar no Brasil que deveria ser removido.

QUAL É A VALIDADE DOS CRÉDITOS DE ENERGIA SOLAR?

A energia gerada a mais pelo sistema de energia fotovoltaica, que é injetada na rede da distribuidora, será "emprestada" para a distribuidora criando assim um "crédito" de energia para você. Este crédito de energia tem uma validade de 36 meses.

TRANSFERÊNCIA DOS CRÉDITOS DE ENERGIA SOLAR

 Os montantes de energia produzida em excesso e injetada, que não forem compensados no local que produziu, poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras locais dese que cadastrados para esse fim e atendidos pela mesma distribuidora de energia, cujo titular seja o mesmo, tanto para pessoas físicas como para empresas.

O consumidor deverá definir a ordem de prioridade das unidades consumidoras participantes do sistema de compensação de energia elétrica. Sendo que a primeira é onde está instalado o sistema de geração.


MEDIÇÃO DE ENERGIA: O NOVO RELÓGIO DE LUZ

 
Os custos referentes à instalação do novo relógio de luz (Relógio bi-direcional que mede o que você consumiu da rede e o que você gerou em excesso e injetou na rede), necessário para o esquema de compensação de energia, são de responsabilidade do interessado ( Ou seja você paga pelo novo relógio de luz que custa em torno de R$400,00).

Após a adequação do sistema de medição, a distribuidora será responsável pela sua operação e manutenção, incluindo os custos de eventual substituição ou adequação.

Ao "Pé da Letra": 

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 482, DE 17 DE ABRIL DE 2012

 Estabelece as condições gerais para o acesso de micro geração e mini geração distribuída ("sistemas de energia solar e outros geradores de energia renovável") aos sistemas de distribuição de energia elétrica, o sistema de compensação("créditos de energia"). Também é conhecida por lei de incentivo a energia solar.

ALTERAÇÃO DA REGULAMENTAÇÃO ENTRE EM VIGO EM MARÇO DE 2016

 Em dezembro de 2015 a ANEEL aprovou a alteração da resolução normativa 482 de 2012, sendo que as principais mudanças são:
  • Estabelecimento das modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada.
  • Possibilidade de compensação de créditos de energia entre matrizes e filiais de grupos empresariais.
  • Sistemas de geração distribuída condominiais (pessoas físicas e jurídicas).
  • Ampliação da potência dos sistemas fotovoltaicos de 1 MW para 5 MW.
  • Ampliação da duração dos créditos de energia elétrica de 36 meses para 60 meses.
  • Redução dos prazos de tramitação de pedidos junto às distribuidoras.
  • Padronização dos formulários de pedido de acesso para todo o território nacional.
  • Submissão e acompanhamento de novos pedidos pela internet a partir de 2017.
  • Correção de obstáculos criados com pedidos de alteração de padrão de entrada, conforme nova redação do PRODIST:
Veja a o documento REN 687/2015 que trata sobre estas alterações.
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